Texto escrito pelo jornalista Paulo Peixoto
O jornalista Walter Brito é frequentador da FEIJOADA DO BOLINHA, localizada no Jardim Europa-SP desde 1990, quando foi nomeado pelo então presidente Fernando Collor de Mello como diretor de administração e finanças da Fundação Cultural Palmares, onde permaneceu até julho de 1994. O jornalista assumiu por 32 vezes como substituto do presidente Adão Ventura, a presidência da Fundação Cultural Palmares, à época vinculada à Presidência da República. Entre estas, quando o jornalista, ao lado do então governador do Espírito Santo, Albuíno Azeredo (PDT) em 1991 no Estádio Cariacica e no Palácio Anchieta - homenagearam Nelson Mandela. Lembrando que o líder sul-africano Madiba saiu do cárcere de 27 anos imposto pelo regime do Apartheid na África do Sul naquele triste período da história.
O jornalista Walter fez seus pronunciamentos em nome do presidente da República Fernando Collor de Mello por duas ocasiões. Uma com presença de oito mil pessoas, no Estádio Cariacica, e no dia seguinte, em jantar oferecido pelo governador Albuíno ao líder sul-americano juntamente com sua primeira esposa Winnie, quando compareceram 280 convidados. Naquele evento o jornalista Walter, após seu pronunciamento, ofereceu o livro Mão Afro, de autoria de Emanuel Araújo, como presente para Nelson Mandela.
O jornalista Walter Brito já esteve com o Rei Pelé diversas vezes no Restaurante Bolinha, se reuniou certa vez com onze diplomatas africanos e participou de um almoço no Bolinha com os atores da TV Globo, Milton Gonçalves, Jorge Coutinho, o cantor Djavan e o primeiro secretário negro do Estado de São Paulo Osvaldo Ribeiro e, a presença do Frei Chico, irmão do presidente Lula. O jornalista Walter Brito é candidato a deputado federal pelo Estado de São Paulo (Democracia Cristã-DC número 27 54).



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